quinta-feira, 2 de agosto de 2012

 
  Coliza lalia
 
 
 
 
Distribuição Geográfica: Índia, Bangladesh e Assam.
Comprimento em adulto: 6 cm.
Temperatura da água: 20 - 26º C
PH: 6.8
GH:6
Características:

É um peixe pacífico e bastante calmo, ideal para qualquer iniciante no hobby. Possui uma cor intensa dominante, azul cobalto, com algumas riscas avermelhadas, que provoca um enorme destaque em qualquer aquário. A sua maneira extremamente dócil de nadar, só se altera na hora da comida, onde é dos primeiros a chegar ao cimo da água

Alimentação:
Flocos ou outro tipo de ração seca ou liofilizada, alimentos congelados, tais como larvas vermelhas ou artémia.

Reprodução:
As fêmeas são mais encorpadas e menos coloridas do que os machos. Na altura da reprodução, o macho constrói um ninho de bolhas, utilizando a saliva e pedaços de plantas, vigiando e defendendo depois esse ninho e os recém-nascidos. A fêmea, após a postura dos ovos, deve ser afastada. Quando os alevins já nadarem na horizontal deve-se retirar tambem o macho e alimentá-las com infusorios, artemias recem nascidas e posteriormente com flocos secos em pó.

  Coliza Azul



  Coliza mel


Mikrogeophagus_ramirezi_8.jpg (36kb)
Fotografia: Gabriel Amador

Nome: Mikrogeophagus ramirezi
Comp Aqua pH Temp
Origem: Colômbia, Venezuela
5 cm 50 L 6.5 27°C

Comentário
Mikrogeophagus ramirezi, Microgeophagus ramirezi, Papiliochromis ramirezi e Apistogramma ramirezi são sinônimos do mesmo peixe (este último já está praticamente em desuso). Ele ficou famoso pela fragilidade depois de ser importado para a Alemanha e ter sofrido uma excessiva dose de cruzamentos consangüineos, para desenvolver variedades ainda mais coloridas. De qualquer forma, é uma espécie de vida curta, no máximo 2 ou 3 anos. Os ramirezis selvagens são mais resistentes, mas não muito...são bastante sensíveis à qualidade da água. Eles têm uma característica interessante de gostar de água velha, porém muito limpa. Água de torneira é um problema para eles e uma simples troca d'água excessiva pode matá-los. É muito comum Ramirezis "capotam" quando dá qualquer problema. Além disso, são peixes tranquilos que ficam facilmente estressados com a presença de peixes muito grandes e/ou muito rápidos. O ideal á mantê-los em um aquário de tamanho médio, só com espécies pequenas e tranquilas também tipo neons, limpa-vidros, etc. Cascalho escuro, turfa no filtro e extrato de água negra também ajudam bastante. Nestes casos eles se desenvolvem muito bem e ficam bastante confiantes, chegando a comer na mão do dono.

Contribuído por Marcos Avila
Comentário
Já cheguei a ter um ramirezi no meu aquário de 60 litros uma vez. Ele viveu bem por muito tempo, com algumas espécies de peixe junto e nunca tive problemas com ele, mantinha o aquário bem plantado, o pH neutro e o alimentava com artêmias e ração. Ele geralmente ficava próximo ao fundo do aquário, mas não parecia ter medo dos outros peixes. Gostei tanto dele que agora vou esperimentar colocar alguns deles de novo, é um peixe muito lindo.

Contribuído por Ligia Panachão
Comentário
Possuo quatro Ramirezis em meu aquário de 110lts. Dois vinham do aquário antigo de 12 lts, e dois foram comprados depois. Sempre ouvia dizer que ele é um peixe muito delicado e chatinho para alimentação, sendo assim, ele não dura muito. Mais quando fui até a loja me apaixonei e resolvi arriscar, PH 7.0, temp 26 graus, meus primeiros Ramirezis que no primeiro dia estavam pálidos no segundo dia já estavam muito coloridos e comendo de tudo, inclusive a comida de fundo do Dojô. Já mexi muitas vezes no aquário e ao invés deles se esconderem eles ficam em cima, te beliscando e querendo saber o que está acontecendo. Eles vivem muito bem em um aquário comunitário com Tricogásters, Colisas, Barbos Ouro e Cereja e etc... É um peixe muito lindo..

Contribuído por Cláudia Monteiro
Comentário
Gosto muito desse peixe. Concordo que alimentá-lo não é tarefa fácil. Tenho dois, estão com um colorido incrível. Ficam sempre no fundo procurando comida entre o cascalho. Só comem artêmias, raramente sobem. Quando coloco alimento flocado até ameaçam subir, mas param e ficam observando. Quando sobem a comida já acabou. São extremamente pacíficos, o único problema é alimentá-los. Os meus recusam flocos, nem tubifex eles comem.

Contribuído por Agnaldo Medeiros
Comentário
Confesso que fiquei com receio de comprar esse peixe depois de ler muito sobre a dificuldade de mantê-lo vivo, mas depois de ver um deles abandonado em um aquário lotado, cheio de Matogrossos e Paulistinhas por uns 15 dias, resolvi levá-lo para casa. Fiquei surpreso ao ver que ele não só se adaptou bem ao novo ambiente, como passou a perseguir alguns moradores mais antigos do meu aquário. Com o passar do tempo, ele deixou esse comportamento de lado e passou a viver pacificamente com seus companheiros. Não tive nenhuma dificuldade para alimentá-lo. Ele aceita ração seca numa boa e adora artêmias vivas. Passa boa parte do tempo procurando alimento no substrato e nas folhas das plantas. Entre os Ciclídeos Anões é meu preferido!

Contribuído por Emerson Kawasaki
Comentário
Possuo um Ramirezi Ouro, de amarelo muito bonito e com olhinhos vermelhos! Vive à procura de alimento no substrato e afugenta os Altispinosas que chegam perto de sua área. No mais, não persegue ninguém no aquário. Muito bonito e pretendo colocar mais um simples quando achar aqui. Se alimenta de pedaços de flocos que chegam ao chão e encalham nas folhas e pedras.

Contribuído por Humberto Hepp







Nome cientifico: Pelvicachromis pulcher

Nome vulgar: kribensis

Família: ciclidae (Ciclídeos)

Classe: Actinopterygii

Ordem: Perciformes

Gênero: Pelvicachromis

Espécie: P. pulcher

Origem: África (Nigéria).

Tamanho: Macho: 10cm; Fêmea: 07cm

Água: 23 ºC a 28 ºC ; pH 6,5 a 7,5; dGH 7° a 15°

pH: neutro a alcalino (7,0 a 8,0).

Longevidade: 5 anos


Aquario: Deslocasse no meio e fundo do aquário

Sociabilidade:
O Kribensis exige pouco cuidado, são territoriais, podem ser extremamente agressivo durante a reprodução e podem tomar conta dos alevinos sem ajuda do ser humano. sendo o Kribensis é rápido, ágil como qualquer ciclídeo, são activos, curiosos.

Comida:
Dieta omnívora bem variada é essencial. Comida viva, ração seca, artêmias, larvas de mosquito, minhocas picadas, patês e infusorios, etc.

Descrição:
No macho a metade inferior do corpo é rosa -violeta prateado, enquanto que o ventre da fêmea apresenta um púrpura - vivo.
Os contornos dorsal e ventral do Kribensis são semelhantes, apresentando as fêmeas um ventre mais arredondado. As cores são divididas em duas metades distintas por uma faixa escura que ocorre ao longo do corpo, desde a extremidade da cabeça até aos raios centrais da barbatana caudal. No macho a metade inferior do corpo é rosa - violeta prateado, enquanto que o ventre da fêmea apresenta um púrpura - vivo.
Os olhos da fêmea são dourados nas partes superior e inferior, e ambos os sexos possuem barras escuras na cabeça. A barbatana dorsal do macho é pontiaguda, com um sombreado escuro e bordo exterior dourado.
A barbatana dorsal da fêmea é arredondada e tem pintas escuras na parte posterior.
As barbatanas ventrais do Kribensis são azuis - avermelhadas, excluindo na fêmea em época de desova, que as apresenta marcadas a preto.
Existem também Kribensis Albinos.

Reprodução
Às vezes a fêmea pode desovar em algum dos vidros laterais do aquário mas prefere troncos e grutas. A Fêmea neste período fica com o ventre inchado, devido a grande produção de ovos (até 100 em cada desova).
Quando o local da desova é escolhido, o casal limpa-o com a boca. Depois de tudo arrumado, a fêmea coloca o ovopositor em contacto com a superfície e solta uma fila de até 8 ovos adesivos por vez, enquanto o macho vem atrás fecundando-os. As filas formam aglomerados de ovos e 2 dias depois ocorre a eclosão.
Normalmente, o casal cuida dos ovos e dos alevinos por 30 dias.
Não se preocupe se você ver os pais com os filhotes na boca, pois é assim que eles carregam os filhotes que fogem do cardume de volta a prole.

Macho


Femea

 
 
Ficha Tecnica da Piranha vermalha- A pior !

Nome Popular: Piranha-vermelha, Piranha-caju

Nome Científico:
Pygocentrus nattereri

Família: Characidae

Habitat:
Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata, São Francisco, açudes do Nordeste.

Descrição: Peixe de escamas, corpo rombóide e comprimido, focinho curto, arredondado, mandíbula saliente e dentes afiados. Entre todas as piranhas é a que possui o focinho mais rombudo. A coloração é cinza no dorso e avermelhada no ventre e na região inferior da cabeça, as nadadeiras peitoral, ventral e anal são alaranjadas. Alcança 30cm de comprimento total.

Ecologia: A piranha vermelha é a espécie mais comum. Ocorre em lagos e lagoas de águas barrentas e vive em cardumes pequenos ou até com mais de 100 Piranhas. É uma espécie Carnivora e, como forma grandes cardumes, pode ser perigosa em determinadas situações. Em algumas regiões, a piranha vermelha é bastante apreciada, principalmente para fazer o famoso caldo de piranha, considerado FANTASTICO !

Equipamentos: Equipamento do tipo médio : linhas de 14, 17 e 20 libras.; e, anzóis de numero 3/0 a 6/0.

Iscas: Peixes em pedaços, vísceras e iscas artificiais de meia água.

Dicas: O pescador deve ter muito cuidado ao manusear esse peixe, pois qualquer descuido pode acabar em acidente sério.
 
Papilocromis.

  • Mikrogeophagus altispinosus
  • Nome Popular: Altispinosa, Papilocromis, Ramirezi da Bolívia, Bolivian Ram.
  • Família: Cichlidae
  • Distribuição: América do Sul. Bacia do Amazonas, no Brasil e Bolívia. Rios Mamoré e Guaporé
  • pH: 6.4 – 7.5 Dureza: 6 - 10 Temperatura: 22º – 28ºC Temperatura de reprodução: 27º - 28º
  • Tamanho adulto: Machos 9 cm e fêmeas ligeiramente menores. ( comum 8 cm )
  • Sociabilidade: Pacífico, comunitário. Um pouco territoriais com os da mesma espécie, mas nula com outras.
  • Manutenção: Fácil
  • Zona do aquário: Fundo
  • Aquário mínimo: 60 litros tratando-se de um casal. Para um macho e uma fêmea ( não casal ) ou dois machos deverá ter no mínimo 80 litros.
  • Alimentação: Onívoro, come de quase tudo, comida congelada, alimentos vivos, flocos e grânulos.
  • Características: Ciclídeo muito pacífico e de cuidados fáceis, e exige menos que o famoso Ramirezi. Quando formam casal, defendem juntos seu território. Quando o peixe está estressado, surgem listras verticais no corpo. Adora viver em busca de alimento, abocanhando tudo que encontra próximo ao substrato e plantas. Nada aos poucos e dá umas paradas, eriçando a sua nadadeira dorsal.
  • Reprodução: Ovíparo, desovam prefencialmente em seixos, os pais cuidam dos filhotes que nascem entre 48 e 72 horas após a desova.
  • Dimorfismo Sexual: Um tanto difícil de distinguir. Quando adultos, o macho apresenta as nadadeiras mais longas e é mais colorido. As fêmeas possuem a cabeça mais curvada

Balashark



Nome científico:
Balantiocheilus melanopterus
Nome popular: Balashark, tubarão prateado, tubarão bala
Família: Cyprinidae
Origem:Tailândia
Distribuição:Tailândia, Bornéu, Sumatra
Litragem: 500 litros
Temperatura: 26ºC
Tamanho: 35 cm
pH: 7.1
dH: 6
Reprodução: Ovíparo
Alimentação: Onívoro
Sociabilidade: Pacífico

Dimorfismo sexual: Pouco aparente. Machos costumam ser pouco maiores, e fêmeas possuem o ventre mais arredondado.

Reprodução: A reprodução em cativeiro dessa espécie é improvável pois deve seguir condições muito próximas do natural, que propiciem o amadurecimento sexual e então seja estimulado o processo reprodutivo. Segundo os especialistas, o balashark atinge a maturidade sexual quanto atinge cerca de 15 cm de comprimento.

É provável que esse veloz ciprinídeo realize migrações quando chegada sua época de reproduzir, seguindo sentido contrário as fortes correntezas dos grandes rios e dispersando seus ovos muito próximo as nascentes. Os alevinos crescem em locais menos agitados, como baías, enseadas ou lagos formados por águas de enchentes (dessa forma sendo explicada a existência dessa espécie em lagos de Sumatra e Bórneo), porém é improvável que se reproduzam em águas paradas. Nas próximas enchentes, esses peixes que ficaram ‘ilhados’ em lagos, retornam aos rios, e os maiores iniciam sua migração para fins de reprodução.

Reproduzir todos esses parâmetros em cativeiro, é de extrema dificuldade, e em um aquário de 1,5 m, diria que impossível.

Alimentação: A alimentação do balashark deve ser a mais variada possível, com rações em flocos, e alimentos vivos que não devem faltar em sua dieta, como artêmias, tubifex, etc.

Sobre o peixe: Sem dúvida, um dos peixes mais apreciados no mundo do aquarismo, terminou por se tornar uma das opções mais importantes no comércio internacional de peixes ornamentais. Peixe de médio porte, muito veloz, precisa de grande espaço para nadar. Em grandes tanques, chegam a medir 35cm, já em aquários, no máximo 15 cm. Costumam viver em cardumes, e há relatos que possuem vida longa, ultrapassando os 10 anos de idade.


 Hoje ja se reprodus em cativeiros (lagos  em linhas ou muito grande).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012



Têm o corpo em forma de ovo de forma bem acentuada e uma bonita cauda dupla. Mas a característica marcante dessa variante é a coloração brilhante; suas escamas, são maiores e muito mais grossas que as normais, dando à cor um brilho (reflexo) muito bonito. Exemplares de boa linhagem, apresentam ainda uma coroa no topo da cabeça parecida com as dos Oranda (se bem que menos que).
Mas como dito a características marcante são suas escamas grandes e grossas, que fazem mesmo parecer que perolas forma presas ao seu corpo. Um Escama de pérola (Pearl scale) de boa linhagem, parece uma jóia montada manualmente. É aceita em várias cores, lisos os malhados. Pode chegar a media mais de 15 centímetros e vive cerca de 10 anos.
Gosta de uma dieta a base de verde e bem variada. Forte e resistente, pode ser criado por iniciantes. Tem o habito de cavar o substrato em busca de comida e adora desenterrar plantas do aquário (normalmente as come também). Bastante sensível a temperaturas abaixo de 14ºC.





Alimentação , maneijo e comportamento igual ao do japonês.