domingo, 7 de agosto de 2011

Label Bicolor

Labeo Bicolor



















Nome Popular: Labeo bicolor
Nome Científico: Epalzeorhynchos bicolor
Família: Ciprinídeos
Habitat: Sudeste Asiático (Tailândia, Sul da China, Vietnã, Cambodia, Laos)
pH: 6,5 a 7,5
Temperatura: 24º a 29ºC
Dureza: 4º a 12º dH
Tamanho Máximo: 15cm
Sociabilidade: Sozinho
Agressividade: Agressivo
Manutenção: Fácil
Zona do Aquário: Fundo / Meio
Aquário Mínimo: 200L
Alimentação: Herbívoro. Em estado natural alimenta-se de algas. Aceitam ração em flocos e granuladas. Devem ser alimentados preferencialmente com Spirulina em sua maior parte e ração para peixes tropicais em menor quantidade.
Características Peixe de comportamento muito territorialista, costuma não tolerar outro da mesma espécie no mesmo espaço, exceto em aquários de grande porte com muitos refúgios. Pouco se sabe de sua reprodução em cativeiro (idem ao dimorfismo sexual). É um peixe bem ativo e com cores fantásticas sendo considerado um dos peixes dulcícola mais belo devido sua forte coloração negra e a cauda tom vermelho sangue. São regulares comedores de algas e sua dieta embora alguns aquaristas classificam como onívora erroneamente, deverá ser ministrada a base de vegetais regularmente e deve-se atentar muito a fragilidade desta espécie com medicamentos a base de cobre, costuma não tolerar. É um peixe muito ativo, passando boa parte de seu tempo beliscando tudo a sua volta procurando algas e outros alimentos.
Reprodução: Ovíparo. Não conhecida.
 
  Label frenatus.


 Label albino.

Todos os cuidado tomados pro Label bicolor servem pros Labeis abaixo
 

Tricogaster Azul

   Tricogaster azul.
Nome Popular: Tricogaster Leri / Trico Leri
Nome Científico: Trichogaster
Família: Osphroneminae
Origem: Ásia
Sociabilidade:
Pacífico, podendo apresentar uma atitude territorialista com outros machos da mesma espécie e até outros peixes, mas nada preocupante.
Posição no Aquário: Todo o Aquário
pH: 6.0 a 6.8
gH: -
kH: -
Temperatura: 25ºC a 28ºC
Tamanho Adulto: 12 cm
Alimentação:
Onívoro. Aceita rações em grânulos, flocos e alimentos vivos.
Reprodução:
Os pais devem ser bem alimentados antes que a postura se inicie. Constroem ninho de bolhas. Logo após a postura retire a fêmea. A eclosão dos ovos acontece em mais ou menos 24 horas, os alevinos se alimentam 3 ou 4 dias do saco-vitelino, depois a alimentação deve ser composta por microorganismos vivos como infusórios e náuplios de artêmia recém eclodidos. Após a eclosão dos ovos retire o macho.
Dimorfismo Sexual:
Os machos apresentam uma cor alaranjada na região da barriga, barbatanas longas e filamentos extensos. As fêmeas apresentam barbatanas curtas e arredondadas, pouca coloração alaranjada.
Outras Informações :
Um peixe que é encontrado em regiões lênticas e vive em meio à vegetação, por isso deve-se manter um aquário bem plantado e com pouca movimentação na água.


  Tricogaster Chocolate.

  Tricogaster Leri.

    Tricogaster Ouro.

   Tricogaster  Verde.

    Tricogaster Yellow

Sumatra

  • Nome popular: Barbo Sumatra
  • Nome científico: Puntius tetrazona
  • Família: Cyprinidae
  • Origem: Indonésia (Ilha de Sumatra)
  • Sociabilidade: Grupo
  • pH: 6.0 a 8.0
  • Temperatura: 21ºC a 30ºC
  • Tamanho adulto: 5.0cm
  • Alimentação: Onívoro. Aceita ração industrializada em flocos, mas gosta muito de mordiscar algas verdes, por isso é recomendado que vegetais, como espinafre ou alface, façam parte de sua dieta. Brotos de plantas não duram muito tempo perto desse peixe.
  • Dimorfismo Sexual: O macho sempre tem a ponta do focinho bem vermelha e apresenta-se mais esguio que a fêmea.
  • Comportamento: São peixes extremamente brincalhões, às vezes excede-se e pode tirar pedaços das nadadeiras de peixes mais lentos. Recomenda-se manter um pequeno cardume com pelo menos 5 (cinco) peixes, pois isso pode restringir "as brincadeiras" somente a seus semelhantes. Geralmente habitam a meia água e nunca os vemos parados, sempre proporcionam grande correria no aquário.
  • Reprodução: Reproduz-se com facilidade mas é muito rápido na tarefa de devorar os ovos. Os ovos são postos e fertilizados em meio a uma correria e ficam alojados no substrato até eclodirem.
  • Tamanho mínimo do aquário: Um aquário de no mínimo 50 litros abriga bem um pequeno grupo de 5 indivíduos.
  • Outras Informações: Gosta de água muito clara, mas é bastante tolerante a mudanças de parâmetros. Quem deseja adquirir deve ficar atento, pois existem espécies muito semelhantes, como o P. hexazona, o P. partipentazona e o P. hexazona.
 Sumatra boca de fogo.


  Sumatra albino.

 Sumatra verde.


Terror Green

Terror Green
Este é um peixe agressivo, e como todo ciclídeo demarca o seu território. Na época de procriação ele fica mais agressivo. Eles podem chegar a 20 cm. Aceita qualquer tipo de alimento, mas prefere vivo, e essa espécie é bem tolerante quanto ao pH. É um belo peixe, mas difícil de se encontrar no Brasil.

Terror Green

Molinésia Prata

Molinésia prata macho

Molinesia prata femea Peixe pacífico e muito manso e são lindas e cintilantes.
A Molinésia Negra ou Molly Preta, são peixes que tem uma caracteristica bastante ativa e, normalmente, são agrassivos entre peixes da mesma especie. São peixes muito vistoso e e de uma imença variedade, sendo que a mais procurada é a a de cauda de lira.
Da mesma maneira que as outras variedades de Molinésia, a Molly preta come de tudo, mas sua dieta está baseada, em sua grande parte, em vegetal, podendo comer até algas qunado colocados em aquarios plantados.
Como em todos os peixes da familia do poecilídeo, são peixes de reprodução muito fácil e os filhotes já nescem formados. Uma gestação dura entre 28 a 40 dias, mas os filhotes tem que ser retirados do aquario e deixados separados por serem muito pequenos, isso os torna uma presa fácil para os outros peixes adultos, incluindo os pais.
São peixes que se dão muito bem em grupos de outros peixes, de facil manutenção e por esses motivos, bastante indicados para quem está começando no ramo do aquariosmo.
Embora a Molinésia Negra seja muito fácil de ser criada em um aquário, e importante tomar alguns cuidados para poder aumentar a vida útil do peixe e deixá-los ainda mais vistosos e coloridos, segue a ficha técnica da Molinésia Negra:
Nome Popular:
São conhecidos com o nome de Molinésia Negra ou Molly Preta
Nome Científico:
Foi batizado de Poecilia sphenops
Origem:
São peixes nativos do México ao Norte da Colômbia.
Temperatura:
Para manter a qualidade do habitáte ideal para a Molinésia Negra, a água deve estar entre 24°C e 28°C, mas de preferência manter em 27°C.
Água:
O pH da água deve ficar entre 7.2 a 7.8
Alimentação:
As Molinésias Negras tem uma alimentação Onívora, comem várias coisas, vou listar algumas delas: Rações em geral, Spirulina, alimentos vivos entre outros.
Tudo sobre a Molinésia Negra
 Molinesia negra rabo de lira.
 Molinesia amarela.



Molinesia Prata Baloon.

  Molinesia dalmata macho.



 Molinesia dalmata femea.


Molinesia tigre.
Molinesia tigre.



 molinesia tigre

Japones vermelho (varios tamanhos)

Japones vermelho varios tamanhos.


  Japones Cometa.

  Japones WR.


Red Cap

Japones 7 core

oranda  a ficha tecnica abaixo serve pra todos os peixes acima e os telescópios abaixo.
Kinguio Ficha Técnica
By Meu Aquario • Nov 16th, 2009 • Category: Lista de Peixes para Aquário
Nome científico: Carassius auratus
Nome popular: Peixe japonês, kinguio
Os kinguios são muito brincalhões e bastante sociáveis, adoram uma vida comunitária, convivendo sem problema com as outras espécies, como os tanicts, lebistes, peixe-do-paraíso, entre outros. O único detalhe a ser considerado é não colocá-lo junto com peixes que atacam (como os tetras e sumatras), eles beliscarão as suas longas nadadeiras. São bastante resistentes e não darão trabalho ao seu criador.
Sua única exigência é quanto a aeração do aquário, que deverá ser bem eficiente, para não deixá-lo com falta de ar, pois eles necessitam de muito oxigênio. Coloque-os num recipiente grande, com cerca de 15 litros para cada peixe adulto, isso é necessário porque o peixe japonês pode atingir grandes proporções, na natureza ele chega a 30 cm. Aguenta temperatura entre 10 e 20 graus, mantenha o pH alcalino e use uma lâmpada Grow-lux para iluminar o ambiente. Bagunceiro, o peixe o japonês não perde a mania de revirar todo o substrato do aquário e arrancar as plantas à procura de alimento, deixando assim a água turva.
Para que ele desista desse hábito pouco civilizado, faça uma grossa forração no fundo do aquário (cerca de 5 cm), usando 10% de cascalho branco e 90% de cascalho do rio. Como vegetação, as plantas que melhor resistem as travessuras do kinguio são a Vallisneria, a Elodea e a Echinodorus.
No Brasil, as espécies mais conhecidas são: “Telescópio”- que possuem os olhos esbugalhados e salientes; “Celestial”- sem nadadeira dorsal e com os olhos virados para cima; “Cometa”- mais semelhante ao peixe, vermelho comum, a nadadeira caudal se divide em 2 lóbulos alongados; “Cauda de leque”- nadadeira caudal dupla e cada parte também bifurcada, formando um total de 4 lóbulos; “Cabeça de leão”- cabeça coberta por um volumoso dobramento de pele, semelhante a uma juba, não tem nadadeira dorsal e a cauda é dupla; “Cauda de véu”- a nadadeira caudal é completamente dividida e pende abaixo do corpo.
Com relação a alimentação, tome cuidado com a quantidade ministrada nas 3 refeições diárias que o peixe deve receber. As porções devem ser proporcionais para que eles comam tudo em 3 minutos, já que excesso de comida deixam a água ainda mais leitosa. Os kinguios comem praticamente de tudo: verduras picadas, cereais, tubifex, comida seca, minhocas. Nunca ofereça alimentos que fermentam, eles podem causar uma série de pertubações gástricas e geralmente levam o peixe à morte (devido ao atrofiamento e deformação do corpo, seu intestino é comprimido e sofre com a fermentação de alimentos).
Reprodução
Distinguidos apenas na época da reprodução, nesse perído é fácil diferenciar os sexos, a fêmea apresenta a região anal bem mais volumosa e no macho se desenvolvem alguns nódulos nas nadadeiras peitorais, nas brânquias e na cabeça. Obter a reprodução da espécie em aquários é fácil e simples. Basta colocar 2 machos e uma fêmea num aquário separado, com bastante plantas, as flutuantes são indispensáveis, pois é aí que a fêmea deposita os óvulos.
O momento da desova é facilmente percebido: os peixes ficam agitados, os machos começam a perseguir a fêmea próximo a raízes das plantas flutuantes, onde ela libera aproximadamente 800 óvulos, sendo imediatamente fecundados pelo macho e assim que se encerrar, os peixes adultos serão retirados do aquário, para não devorar a cria.
Os alevinos nascem cerca de 10 dias após a desova e ficarão pendurados por meio de um fio protéico na vegetação, durante 48 horas absorvendo o saco vitelino. Passado esse perído serão alimentados com gema de ovo cozido, infusórios. Com 18 dias já medem 2,5 cm e serão acrescentadas a sua dieta dáfnias, até que completem 2 meses, quando então serão alimentados como peixes adultos.

Telescópios

Telescópio seja ele o negro ou colorido ambos são pacíficos e da um toque exótico em seu aquário.

 Telescópio WR.


  Telescópio Panda.

 Telescópio mais comum nas lojas.


  Telescópio Bolha.