sábado, 4 de agosto de 2012









O papagaio é um peixe desenvolvido pelo homem para o aquarismo a partir do cruzamento de ciclídeos americanos, que entre os filhotes de suas criam tem alguns alevinos com mutações genéticas. O papagaio não existe na natureza.

Há controvérsias sobre quem são os "pais" do Papagaio. Entre as possibilidades temos:

- Cichlasoma synspilus (Redhead Cichlid) e Cichlasoma citrinellum ou

- Severum (Heros severus ou Cichlasoma severum) com Red Devil (Cichlasoma erythraeum) ou

- Red Devil e Green Severum ou

- Red Devil e Redhead Cichlid

(obs: fotos desses peixes podem ser encontradas no site www.webcityof.com/miff1022.htm)

A Cor do papagaio pode variar entre marrom, amarelo, vermelho, dependendo de quem são os pais.

Embora os papagaios até formem casais e ponham ovos, é praticamente impossível cruzá-los, pois o resultado é uma mutaçao recessiva letal, por ser muito severa. Os ovos que eles põe são inferteis.
Os poucos casos de procriação bem sucedida são porque os papagaios foram cruzados com peixes híbridos. Os papagaios cuidam vigorosamente da desova. Os ovos inférteis fungam e ficam branco, quando são comidos pelos pais para que o fungo não se espalhe para os outros ovos.
Quando acontece a eclosão dos ovos, é necessário que o aquarista faça trocas parciais de água de 25% diariamente para garantir a saúde dos alevinos e alimentá-los de preferencia com ovos de artemia.

Devido ao hibridismo desse peixe, ele tem deformidades físicas: a boca muito pequena, nadadeiras mal formadas, que precisam estar sempre sendo movimentadas para que o peixe se mantenha flutuando, e a espinha deformada.

O papagaio necessita de um aquário bem grande para viver bem, pois chegam a 25 cm de tamanho, chegando a viver até 10 anos. É ideal montar um aquário com bastante esconderijos para que possam criar seu território. O pH ideal é entre 6.6 e 7.0. Acima de 7.0 o ph faz com que o peixe possa perder um pouco a cor.
A alimentação deve ser o mais variada possível, de preferência com alimentos que afundem, pois devido as suas nadadeiras mal formadas, eles tem dificuldades de ir à superfície se alimentar.
Quando estressados, podem desenvolver manchas pretas pelo corpo, que somem a medida que o perigo passa.





 
Pseudotropheus demasoni

 
Pseudotropheus demasoni
Pseudotropheus demasoni



Biótopo:
Lago Malawi - Mbunas

Distribuição Geográfica / População:
Encontra-se apenas nas imediações de Ndumbi Point e Pombo Rocks, sendo Pombo Rocks um local muito próximo de Mbundo Point. Não existem diferenças morfológicas significativas entre populações.

Características da água:
Temperatura: 23ºC a 28ºC
Ph: 7.8 a 8.6
Kh: 4 a 8º

Alimentação:
No lago alimentam-se da biocobertura das rochas. Esta biocobertura é um sistema biológico composto por algas e um largo número de minúsculos invertebrados que nelas vivem (denominados de aufwuchs). Peixes recém-nascidos que sejam encontrados também fazem parte da sua dieta. Em aquário devem ser alimentados com comida própria para peixes consentâneos com uma alimentação rica em matéria vegetal.

Dimorfismo Sexual:
São dos Mbunas mais difíceis de identificar. Ambos os sexos são de cor azul-claro com faixas verticais largas de um azul muito forte, que por vezes podem ficar praticamente pretas quando um macho está dominante. Ao contrário da maioria dos Mbunas, nesta espécie também a fêmea tem uma coloração muito apelativa, daí a dificuldade na sua sexagem. Quando adultos, a fêmea é visivelmente mais pequena, sendo essa uma forma de distinção, correndo-se ainda assim o risco de confundir uma fêmea adulta com um macho mais jovem.

Tamanho Máximo:
Macho por volta de 7/8 cm. A fêmea fica mais pequena.

Comportamento:
Apesar do seu reduzido tamanho são peixes extremamente corajosos e com níveis de agressividade em tudo semelhantes a peixes de maior porte. Os machos não se toleram entre si, assim como a indivíduos de cores semelhantes. Daí a escolha dos companheiros ter que ser feita com algum rigor e cuidado. De preferência deve ser mantido um harém de várias fêmeas para um único macho, dada a insistência deste em acasalar. Desta forma evita-se que seja sempre a mesma fêmea a sofrer as agressivas investidas do macho.

Reprodução:
Incubador bocal maternal. O acasalamento realiza-se num local para onde o macho atrai a fêmea num ritual de movimentos giratórios sobre os ovos depositados. No ritual, a fêmea deposita ovo a ovo no solo, o macho fertiliza-o e a fêmea coloca-o na boca dando início à incubação. Ao fim de 10 dias os ovos eclodem mas a fêmea irá protegê-los na sua boca durante mais 15 dias. No final do período de incubação os alevins são libertados, completamente formados e auto-suficientes para procurarem a sua própria alimentação. O número de ovos por cada incubação depende do tamanho da fêmea sendo normalmente entre 5 e 15.

Tamanho mínimo do aquário:
150cm de frente.

Outras Informações:
Uma espécie fascinante mas que não se destina a principiantes. O seu reduzido tamanho leva a que muitas vezes sejam encarados como peixes mais pacíficos, o que é totalmente falso. Manter 2 machos num mesmo aquário deverá estar fora de questão, a menos que seja um aquário de grandes proporções. São peixes que revelam uma grande personalidade e coragem e existem relatos de peixes com um porte muitíssimo superior (Nimbochromis venustus, Sciaenochromis ahli, etc...) que são completamente dominados e mesmo mortos por estes pequenos “terroristas”. Sem dúvida alguma uma espécie a considerar, mas com todos os cuidados e riscos inerentes à sua manutenção



julidochromis ornatus "Boulenger, 1898"
Nome comum: Juli ornatus

Família: Cichlidae
Sub família: Pseudocrenilabrinae
Tamanho: 8cm macho-5cm fêmea
PH: 8.0 a 9.0
GH: 8 a 18
Temperatura: 24 a 27 ºC.

Alimentação: Omnívoros. Na natureza alimentam-se essencialmente de pequenos crustáceos e larvas de insectos e outros pequenos animais, em aquário podem ser alimentados com qualquer tipo de comida seca ou com “Artemia” congelada.

Distribuição: Lago Tanganyika. existem várias populações com algumas diferenças a nível de coloração.

Dimorfismo sexual: Difícil de distinguir. Em adulto as fêmeas são mais pequenas e vista de cima são proporcionalmente mais largas que os machos.

Comportamento: São peixes que habitam buracos em rochas onde definem um território com um raio aproximado de 20cm, que defendem de intrusos de porte e comportamento idêntico.

Aquário: mínimo, de 50lt (para um casal sozinho), 120lt comunitário.

Reprodução: De fácil reprodução em aquário, bastando para isso um aquário de 50lt, temperatura entre os 24-26ºC, pH: 7.8 – 9. Depositam os ovos num buraco por debaixo de uma pedra ou por entre as rochas. As desovas podem variar entre os 20 e os 40 ovos, ambos os progenitores guardam a prole, não há necessidade de separar os filhos dos progenitores, mesmo depois de nova desova, mas quando os jovens atingem cerca dos 4 a 6cm vão ser expulsos pelos progenitores e caso o aquário não tenham mais de 100cm devem ser retirados para se evitar agressões mais graves da parte dos pais.
Os recém-nascidos podem ser alimentados com comida seca em pó para alevins




Labidochromis caeruleus (Nkhata Bay )

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    Ficha Técnica
  • Nome popular: White.
  • Nome científico: Labidochromis caeruleus
  • Família: Cichlidae
  • Origem: África - Lago Malawi (Mbuna)
  • Características: Corpo com um branco azulado forte e brilhante, barbatanas peitoral, dorsal e anal brancas e debruadas de preto; a caudal é toda branca.
  • Sociabilidade: É um mbuna bastante pacífico. Não causa problema algum com peixes de outras espécies. Aconselhável para iniciantes.
  • Ph: De 7.5 a 8.5º.
  • Gh: De 4 a 6 dH.
  • Kh: De 6 a 8 dH.
  • Temperatura: 22º a 28ºC.
  • Tamanho adulto: Aproximadamente 10 cm.
  • Alimentação: Herbívoro, alimentos industrializados ricos em vegetais.
  • Reprodução: Incubador bocal maternal. Bastante fácil de se reproduzir em cativeiro. Duração de aproximadamente 21dias.
  • Dimorfismo Sexual: Os machos apresentam as ricas pretas, tanto na barbatana dorsal como na peitoral, bem mais grossa que as das fêmeas. Os chamados “egg spots” podem aparecer em alguns machos, mas não é sempre.
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    Ficha Técnica
  • Nome popular: Peixe Jóia.
  • Nome científico: Hemichromis bimaculatus
  • Família: Cichlidae
  • Origem: África - Rios
  • Características: Têm o corpo de um marrom bastante avermelhado, sendo o tom vermelho bem mais presente na região ventral, essa bonita cor, é cortada por diversas linhas longitudinais, formadas por pequenos pontos de um azul claro, quase néon. Barbatanas seguem o mesmo padrão do corpo, sendo que a dorsal é também debruada por duas finas linhas, a primeira a azul seguida por uma avermelhada.
  • Sociabilidade: São bastante agressivos, e quando em período de reprodução tornam-se mais ainda quando se tornam também bastante territoriais.
    Predadores natos, não devem ser colocados junto a peixe menores e/ou muito pacíficos.
  • Ph: De 6,5 a 7,5º.
  • Temperatura: 25º a 28ºC.
  • Tamanho adulto: Aproximadamente 11 cm.
  • Alimentação: Onívoro, aceita bem praticamente qualquer tipo de alimento industrializado, bastante voraz, gosta muito de receber alimentos vivos e/ou congelados.
  • Reprodução: Macho e fêmea limpam um lugar, normalmente uma pedra, no aquário, escondido e de difícil acesso para o ninho. A desova e fertilização é feita alternadamente. Após isso ambos irão montar guarda cerrada ao ninho de depois aos alevinos.
  • Dimorfismo Sexual: Praticamente impossível sexar por exames externos.



           
Chalinochromis brichardiNome científico:Chalinochromis brichardi
Nome popular (BR):Ciclídeo Mascarado
Nome popular





Família:Cichlidae
Distribuição geográfica:Leste africano
Comportamento:Territorial, pode ser tornar agressivo com indivíduos da mesma espécie ou semelhantes.
Tamanho adulto:12 cm
pH:8,0 a 9,0
Temperatura:24 a 27oC
Dimorfismo sexual:Não há.
Alimentação:Ração, artêmia salina, branchonetas, tubifex etc.
Aquário mínimo recomendado:200 litros
Reprodução:Ovípara.
Adequado para plantado?Não.
Biótopo:Lago Tanganyica
Informações adicionais:


Tipos de Brichard
Mensagem

Tropheus duboise

Neolamprologus brichard

Tropheus moori (Kiaser Ikola)

Julidochromis marlieri

Tropheus moori (Bemba Red)

Neolamprologus brichard (Albino)

Neolamprologus leleupi

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 Labidocromis Yellow






Biótopo:
Lago Malawi - Mbunas

Distribuição Geográfica / População:
Podem ser encontrados no lago na costa oeste entre Charo e Chizi Poin e na costa este entre Cape Kaiser e Lumbaulo. Exemplo de populações: Nkata Bay; Lions Cove; Ruarve; Chadaga.

Características da água:
Temperatura: 23ºC a 28ºC
Ph: 7.8 a 8.6
Kh: 4 a 8º

Alimentação:
É uma espécie omnívora e, por isso, é recomendável uma alimentação variada. Ainda assim a dieta deverá ser rica em vegetais, pelo que toleram perfeitamente flocos e granulado próprios para Mbunas. A comida congelada também é adequada desde que ponderada em proteína.

Dimorfismo Sexual:
Os machos tendem a ser mais corpulentos com as cores mais vivas, sendo as riscas pretas mais intensas. Os "egg spots" também podem ajudar na diferenciação. As fêmeas são mais pequenas e com cores mais esbatidas. Por vezes é difícil distinguir machos dominados das fêmeas.

Tamanho Máximo:
Aproximadamente 10cm sendo as fêmeas geralmente mais pequenas.

Comportamento:
É dos mbunas mais pacíficos tendo uma boa relação com todos os outros tipos de mbunas. No entanto a sua passividade pode trazer complicações com espécies ferozes, pelo que deverá haver uma escolha cuidada de espécies com agressividade semelhante.

Reprodução:
Incubador bocal maternal. O acasalamento realiza-se num local para onde o macho atrai a fêmea num ritual de movimentos giratórios sobre os ovos depositados. No ritual, a fêmea deposita ovo a ovo no solo, o macho fertiliza-o e a fêmea coloca-o na boca dando início à incubação. Ao fim de 10 dias os ovos eclodem mas a fêmea irá protegê-los na sua boca durante mais 15 dias. No final do período de incubação os alevins são libertados, completamente formados e auto-suficientes para procurarem a sua própria alimentação. O número de ovos por cada incubação depende do tamanho da fêmea sendo normalmente entre 15 e 30.

Tamanho mínimo do aquário:
100 Litros

Outras Informações:
No seu meio natural habita dois tipos de biótopos, nas margens rochosas e nos leitos de Vallisnerias existentes no Malawi, habitando entre os 2m e os 35m de profundidade.
Tal como nos outros aquários de mbunas, as TPAs regulares são essenciais ao bem-estar do peixe.